sábado, 19 de março de 2011

Maravilhosa Lua

Os Elementos

Interação

Amigos,

Este espaço na verdade pouco divulgado ficou nas escuras por um determinado tempo, talvez por uma certa timidez natural. Entendi, que estes espaços devam ser criados para divulgação no intuito de acontecer interação entre os possíveis admiradores, seguidores ou mesmo simplesmente os observadores. na verdade, não importa por qual motivo você passou por aqui, o que realmente importa é que perdeu um tempo precioso seu, para trocarmos quem sabe algumas idéias.
Sei que poderá estar se perguntando, porque escolhi esta admirável e meiga bruxinha, como ilustração natural da página inicial do meu blog. O fato é, que sempre tive um certo facínil e admiração por bruxas, mas as bruxas do bem é claro. Confesso a vocês, que já lí muito sobre elas, e que o que mais acho interessante é que são seguidoras da natureza, cultivam a terra, a àgua, o ar e o fogo. Não suportam pessoas, que possam causar danos a esses elementos naturais. Ainda que, tem o sol e a lua como pontos norteadores. Pode até parecer bobagem, mas acho que nós seres humanos de uma certa forma trazemos em nós um pouco dessa coisa de Wicca=que cultiva os ensinamentos da grande mãe, a natureza. Não podemos pensar em bruxas, como maldade e sim aquelas, que dedicam seus ensinamentos às coisas do bem. A Wicca não é uma religião e jamais impedirá que você se dedique a religião que possa escolher. Wicca é natureza, é vida é amor ao próximo. Assim, acho que devemos ser todos nós: Amarmos no sentido de fraternidade ao próximo, como a nós mesmos. Sabemos, que na nossa realidade, tem muitas pessoas que não gostam de sí mesmo, porque se matam a cada dia, com hábitos maléficos a sua própria saúde. Por isso, é tão difícil amar a sí mesmo, como então poder amar ao próximo.
Por isso, a Wicca nos ensina simplesmente amar primeiramente a nossa me natureza, porque estamos inseridos nela. É na verdade um grande exercício diário, mas certamente com um pouco
de esforço de cada um de nós, nosso planeta terra poderá ser um pouquinho melhor.
Espero, que possam realmente entender esta essência, e por favor não me considerem uma bruxa, mas realmente eu sou uma seguidora e protetora das coisas da natureza e tudo que esteja inserido nela.
Bem amigos, é isso!
Quero que fiquem a vontade, para expressarem aqui suas idéias, poderão publicar o que julgarem ser de interesse comum e para o bem comum.
Que assim seja!

Um fraterno abraço a todos!
HELÔ!

terça-feira, 24 de março de 2009

UM POUCO E MUITO DE MIM

Por certeza da total entrega pessoal, coloquei toda uma intenção a disposição de muitos , sem querer ter consciência de que o retorno ocorreria.
Vários atos reafirmados, no meio a tantas atividades programadas ou não, seguíamos na trajetória, de que um dia de esperança haveria por acontecer. Seríamos mais unidos, mais próximos de nós mesmos, de nossos objetivos coletivos.
Ficava dia após dia, olhando como tudo se desenrolava, como as atividades se desenvolviam, como éramos comprometidos com tudo e com todos. Como demonstrávamos aos que nos observavam, que poderíamos continuar na realização daquelas nossas árduas tarefas noturnas, mas com a certeza do comprometimento humano, e do dever cumprido.
Como na vida há dias de sol e chuva, começava por aparecer lá na linha do nosso horizonte, uma tempestade que se formava, compactada pela escuridão da podridão das indiferenças, das traições, das inimizades, das falsidades, da desunião e do desentendimento que se formava.
Olhávamos uns para os outros, procurando entre nós, de onde viria aquela culpa. De onde sairia tamanha façanha, que naquele momento nos tornavam todos cúmplices daquele desajuste.
Como entender tamanha aflição, este sentimento de fragilidade, de sensação de perda, de solidão?
Não! Isso não poderia estar acontecendo conosco.
Anos de convivência coletiva, num aprendizado constante e desenfreado, que de certa forma colaborou no engrandecimento de nosso ser.
A trajetória traçada com objetivos bem concretos e definidos, onde se mostrou um modelo de coletividade, de crescimento em grupo, de união, através do símbolo representado por um girassol, onde seu grande centro se forma em direção de suas pétalas gigantes e unidas entre si, para que em grupo possam girar no sentido da estrela maior, como demonstração concreta de um belo trabalho coletivo.
Como se não bastasse todo esse comprometimento, parece que algo precisaria ser provado, e então cai sobre nós a tempestade árdua, negra, empossada por relâmpagos e trovões, acompanhados pelo refrescamento de um intenso ciclone, que em poucos minutos destrói o que havia sido edificado.
Somente cacos, entulhos, desordens, desarmonia e ainda talvez a promessa de um castigo que está por vir, certamente sem merecimento prévio. Simplesmente porque a vontade de mudar para o pior se engrandeceu entre o grupo.
Momento de reflexão, de tristeza de ressentimentos, de olhares que se cruzam e talvez nunca mais se encontrem. A efetivação de uma grande perda, só sustentou um pensamento prévio de que o sentimento de amizade, de igualdade e de comprometimento coletivo, alicerçado sobre o carinho e o amor entre todos, não é assim tão importante.
A tempestade se vai, após dela talvez a bonança, mas como acreditar?
Caímos no descrédito coletivo, de que a harmonia e o amor, não são fundamentais.
- Jamais!
- Quem sobreviver verá!

segunda-feira, 5 de janeiro de 2009

DESENCONTROS

Ao longe te vejo
Correndo ao vento
Vai longe meu pensamento
Só queria um momento

O horizonte me confirma
Somente o que já sei
A sombra imensa daquele edifício
Invade a alma e a esperança

É preciso entender
É difícil
A vontade é maior
Tento!

Prossigo te olhando
Te desejando
Querendo te encontrar
Ali me contento.

Insisto ao vento
Areia fina passa
Meus olhos quase te perdem
Meu coração está em tí.

quinta-feira, 31 de julho de 2008

ANITA


Por todos os acontecimentos sociais
Uma presença marcante
Olha tudo e todos, vaga por entre os objetos
Ninguém mais se importa
Implicaria sim se ali não estivesse.

Quem é seu dono? Perguntam todos?
Ninguém sabe!
Rola de um lado a outro
Alimenta-se, bebe de tudo o que lhe sobrar
De quem por um pouco de carinho e atenção lhe oferecer.

Singela, tranqüila e amiga
O preto e o branco que lhe cobrem
Banho? Quem sabe, talvez quando uma alma maldosa
Jogue-lhe água fria pela janela.

De onde terá vindo? Quem são seus pais?
Filha do mundo!
Filha de Laguna!
Ser já amado por todos!

Você já faz parte de todos nós!
Anita guerreira, famosa e faceira
Leva o nome de uma heroína
Porque você também é uma

Consegue sobreviver a tantos descasos
Seres humanos egoístas, ainda bem que não todos.
Há um casamento, uma missa, um enterro, qualquer acontecimento social
Lá está você, sempre feliz, sentada e tranqüila, lá na frente

Quem sabe um dia, alguém possa lhe adotar.
Difícil , é você aceitar!
Anita, um cão fêmea sem dono
Mas que transmite paz, serenidade e amor
Como muitos humanos não conseguem!

Anitaaaa! Anitaaaa!
Vem cá, vem!

segunda-feira, 28 de julho de 2008

DISTÂNCIA

Por Maria Heloísa Fernandes


Pensamentos soltos, lembrando acontecimentos
Idéias vagam se amontoam e inertes permanecem
Querendo recordar a minunciosidade de detalhes
Que certamente passaram por provas
Na essência do que de fato foi

A tortuosidade daquelas estradas
Evidenciam sentimentos nauseantes
Querendo ocultar a real do episódio
Dissimulando o que deveria vir à tona

Não querer! Não poder! Sofrer!
Uma angústia que permanece
Que melindra, que faz brotar lágrimas
Rolam pelo tempo, se desgastam
Edificam-se na consternação

O que procurar? Não há saídas!
Vidas paralelas
Pontos incomuns!
Ausências!

Um vácuo!
A dor persiste!
Triste!
Solidão!
Decepção!
Amor ou paixão?
Desilusão!
Há vida?